Defensoria Pública registrou 130 atendimentos no SESC com Unidade

17 de junho de 2018

Defensoria Pública registrou 130 atendimentos no SESC com Unidade

 

A população do Bairro 17 de Março, em Aracaju, contou com a assistência da Defensoria Pública do Estado de Sergipe durante o SESC com Unidade, um mutirão de ações realizado no último sábado, 16, pelo Serviço Social do Comércio (SESC), em parceria com demais instituições.

 

O mutirão tem o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da comunidade numa perspectiva de desenvolvimento comunitário, estimulando o protagonismo e organização.

 

Durante a ação foram registrados 130 atendimentos relacionados à emissão e segunda-via de certidão de nascimento, casamento e óbito; reconhecimento de paternidade; pensão alimentícia e divórcio.

 

A coordenadora do Programa Assistência do SESC, Edilma Barroso, ressaltou a importância da Defensoria Pública. “A Defensoria Pública contribui com o resgate da cidadania dessas pessoas, viabilizando o acesso aos serviços. Agradecemos a participação dessa instituição que sempre tem dado uma contribuição imensa para o SESC”, destacou.

 

Na avaliação do defensor público, Marcos Palmeira Cruz, os mutirões de atendimento contribuem para redução do déficit de subregistro de pessoas. “A Defensoria Pública busca levar cidadania e orientação jurídica através de diversos eventos, sejam da própria instituição ou de parceiros, ofertando orientação jurídica e reduzindo o déficit de subregistro. Há um grande número de pessoas que não têm acesso aos serviços básicos por não terem certidão de nascimento e sem condições de se deslocar para uma unidade da instituição, por isso, esses mutirões são importantes para realizarmos um trabalho de conscientização através dos colegas defensores, assistentes sociais e servidores da Defensoria, que tanto contribuem com o atendimento”, disse.

 

A diarista Joseane Santos da Conceição recorreu à Defensoria Pública para tirar a segunda-via da certidão de nascimento dos filhos. “O documento de identidade de um dos meus filhos está vencido há mais de nove anos e a escola já pediu para trocar. Como não tenho condições de pagar a taxa do cartório vim na Defensoria”, contou.

 

A dona de casa, Nadja dos Santos, relatou que o filho foi registrado sem nome do pai e agora pede que conste no registro de nascimento. “Quando engravidei não quis saber do pai do meu filho e acabei registrando somente com meu nome. Hoje ele 19 anos e quer o nome do pai no registro”, relatou. 

 

Além da Defensoria Pública, participaram do evento o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Conselho Tutelar e Instituto de Identificação.

 

Por Débora Matos

 

Expresso Livre

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