Defensoria Pública participa de roda de diálogo sobre proteção aos povos de terreiro

A Defensoria Pública do Estado participou, no último dia 11, da roda de diálogo “Experiências do Estado do Ceará em proteção e segurança para povos de terreiro”, realizada no Abassá Axé Ilê Pilão de Oxaguian, na Estrada do Aloque, em Aracaju. A Instituição foi representada pela defensora pública e integrante da Comissão de Enfrentamento à Desigualdade Social e ao Racismo Estrutural, Carla Caroline de Oliveira.
O evento – que integrou a primeira atividade de 2026 do Projeto Azuela Omo Orisá – contou com a presença da secretária de Igualdade Racial do Estado do Ceará, Zelma Madeira, que compartilhou experiências e políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial e à proteção das comunidades tradicionais de matriz africana.
Durante o encontro, foram debatidas estratégias de enfrentamento ao racismo estrutural, à intolerância religiosa e às violações de direitos sofridas por povos de terreiro, além da importância da atuação articulada entre o poder público e a sociedade civil para garantir segurança, reconhecimento e respeito às tradições afro-brasileiras.
A defensora pública, Carla Caroline, destacou o compromisso da Defensoria Pública com a promoção da equidade racial e a defesa dos direitos das populações historicamente vulnerabilizadas. “A atuação institucional no combate ao racismo estrutural exige presença, escuta qualificada e construção coletiva de soluções. Estar ao lado dos povos de terreiro é reafirmar nosso compromisso com a liberdade religiosa, a dignidade humana e a justiça social”, afirmou.
A participação reforça o papel da Defensoria Pública como instrumento de transformação social, ampliando o diálogo com comunidades tradicionais e fortalecendo iniciativas que promovam a cidadania, o respeito à diversidade cultural e a efetivação de direitos.
A Defensoria Pública do Estado de Sergipe participou, na última terça-feira (11), da roda de diálogo “Experiências do Estado do Ceará em proteção e segurança para povos de terreiro”, realizada no Abassá Axé Ilê Pilão de Oxaguian, em Aracaju. A Instituição foi representada pela defensora pública Carla Caroline, integrante da Comissão de Enfrentamento à Desigualdade Social e ao Racismo Estrutural.
O evento contou com a presença da secretária de Igualdade Racial do Estado do Ceará, Zelma Madeira, que compartilhou iniciativas e políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial e à proteção dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana.
A atividade integrou a programação do mês de valorização da cultura negra e foi promovida pelo Abassá Axé Ilê Pilão de Oxaguian e pelo Instituto Pilão de Oxaguian, reunindo lideranças religiosas, representantes do poder público e membros da sociedade civil para discutir estratégias de enfrentamento ao racismo estrutural e de fortalecimento das políticas de inclusão.
Durante o encontro, a defensora pública Carla Caroline destacou o compromisso da Defensoria Pública com a promoção da equidade racial e a defesa dos direitos da população negra e dos povos de terreiro. “A atuação institucional no enfrentamento à desigualdade social e ao racismo estrutural passa pelo diálogo permanente com as comunidades tradicionais, pela escuta qualificada e pela construção de políticas públicas que garantam proteção, respeito e dignidade”, afirmou.
Durante sua fala, Zelma Madeira ressaltou a importância de políticas estruturantes e permanentes para enfrentar o racismo. “A proteção aos povos de terreiro passa pelo reconhecimento do papel histórico dessas comunidades na formação do Brasil. É dever do Estado garantir segurança, respeito e políticas públicas que assegurem o direito à liberdade religiosa e à preservação das tradições afro-brasileiras”, afirmou.
A secretária também destacou a necessidade de atuação integrada entre os entes federativos e as instituições do sistema de justiça. “O enfrentamento ao racismo estrutural exige compromisso da Defensoria Pública e outras instituições, orçamento, formação continuada e diálogo com as lideranças comunitárias. Não se trata apenas de combater violações pontuais, mas de transformar estruturas que historicamente excluíram a população negra”, pontuou.
Por Débora Matos
